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14 de ago. de 2015

Um Pouco Sobre Magcon



Hey, amores da minha vida! Aqui é a Jess e um fato sobre mim é que eu tenho milhares de ídolos. Eles se dividem em cantores, atores, bandas, viners, séries e livros. Essa minha obsessão por pessoas começou em 2009 com um certa garota do Tennesse, mas não é sobre isso que nós viemos falar hoje. Em fevereiro de 2014, eu caí em mais um truque do meu coração. Uma amiga me mandou um vine de um garoto cantando Little Things da One Direction, ele era muito bonitinho e tinha uma voz de anjo. Foi paixão a primeira vista, eu só não esperava que junto dele viessem mais 12 pessoas. Doze na teoria por que teve muito mais gente que veio graças a essa brincadeira do destino.

Magcon foi uma turnê feita por viners para conhecerem suas fãs. Organizada por Bart Bordelon, que juntou um grupo de viners (pessoas que fazem vídeos para o aplicativo Vine) e fez uma convenção de Meet and Great. Entre essas pessoas estavam Nash Grier, Cameron Dallas, Jack and Jack, Aaron Carpenter, Taylor Caniff, Shawn Mendes, Matthew Espinosa, Carter Reynalds, Mahogany Lox, e depois se juntaram Hayes Grier e Jacob Whitesides. Esses eram os viners oficiais, mas os eventos também tinham participações de Sammy Wilkinson, Willie Jones (ex participante do The X Factor USA), entre outros. Em março de 2014 aconteceu o fim da magcon. 

Esse fim foi uma grande confusão cheia de acusações e coisas sem explicação. Após esse fim, foi anunciada a ida de Nash e Hayes Grier, Cameron Dallas e Carter Reynalds para 26MGMT e o começo da The FAM Tour, ela funcionou como a magcon e foi uma turnê feita pelos meninos organizada por Chad Grier (pai do Nash e do Hayes). 



Cada um seguiu o seu caminho, mantendo a promessa de continuarem sendo amigos. Mesmo que no meio do caminho algumas coisas tenham acontecido, várias brigas e confusões, mas nada que não fosse resolvido. Em junho de 2015, Cameron Dallas tomou a iniciativa de trazer a magcon de volta. Mas poucos aceitaram voltar, já que a maioria tem uma carreira encaminhada e outros negócios em mente. 

Quem aceitou voltar foi Carter Reynolds, Taylor Caniff, Aaron Carpenter, Mahogany Lox e outros que não estavam na primeira tour aceitaram o convite como os gêmeos Ethan e Grayson Dolan. Não tem previsões para essa tour acontecer, nem se ela realmente vai acontecer, mas se acontecer ela tem potencial de vir ao Brasil.

Com esse volta e não volta, muitos começaram a construir carreiras além do Vine como:



Shawn Mendes: De todos o mais bem "sucedido". Hoje em dia Shawn abre os shows da turnê 1989 da Taylor Swift, com as músicas do seu album HandWritten (está a venda na saraiva, se alguém quiser pode me dar de presente hahaha). Lannçado em abril de 2015 pela Island Records, esse album o consagrou como o artista mais jovem a chegar ao topo da Billboard 200. Seus videoclipes tem milhões de acessos no youtube e ele venceu o prêmio de Web Star Music do Teen Choice Awards de 2014. Shawn, nasceu em Toronto no Canadá, no dia 08 de agosto de 1998.



Jack and Jack: A dupla de melhores amigos Jack Johnson e Jack Gilinsky teve seu ep Calibraska lançado em julho de 2015 e chegou em #1 no Itunes de vários países. O clipe de seu novo single California está com mais de 700 mil visualizações no youtube. A dupla que nasceu em Omaha (Nebraska) nos Estados Unidos, se conheceu no jardim de infância e são melhores amigos desde então. Jack Johnson nasceu em 24 de março de 1996 e Jack Gilinsky em 10 de setembro de 1996.



Cameron Dallas: Um dos mais famosos da antiga tour. Cameron está realizando seu sonho de ser ator. Ele terminou de gravar o seu segundo filme The Outfield que ainda não tem data de estreia. Seu primeiro filme chamado Expelled foi lançado no fim de 2014 e foi dirigido por Alex Goyette. Dallas, têm mais de 7 milhões de seguidores no instagram e mais de 5 milhões no twitter. 

Além de ator, ele também se mostrou cantor lançando duas músicas esse ano. A primeira intitulada She Bad e a segunda All I Want em parceria com Daniel Skye. Seu canal no youtube faz muito sucesso acumulando mais de 3 milhões de inscritos. Cam nasceu em Chino Hills (Califórnia) nos Estados Unidos em 8 de setembro de 1994.



Nash Grier: Ele acabou de filmar The Outfield, seu primeiro filme, com Cameron Dallas. Lançou com seus amigos Cameron Dallas, Hayes Grier e Carter Reynalds uma linha de roupas para a marca Aeropostale. Nash, é um dos viners mais famosos, com 4 milhões de seguidores no twitter, 8 milhões de seguidores no instagram e mais de 4 milhões de inscritos no seu canal do youtube. Seus vídeos têm milhões de visualizações, alguns ultrapassando 7 milhões de acessos. Ele nasceu em Greensboro (Carolina do Norte) nos Estados Unidos em 28 de dezembro de 1997.

Os demais acumulam milhares de seguidores nas redes sociais e continuaram com vines e vídeos no youtube. Além de continuarem com as diversas turnês que surgiram, a mais popular delas é a DigiTour. Taylor Caniff veio ao Brasil com a Oddrhyme Tour em maio desse ano (e eu não fui, todos choram).

Mesmo cheio de polêmicas e brigas, os viners continuam com uma ótima relação. Espero que em um futuro não tão distante todos tenham conseguido feitos incríveis e que venham para o Brasil (sem ser apenas Rio de Janeiro e São Paulo). 



Com ou sem Magcon, eles continuam um estouro e movem milhões de fãs. O twitter foi invadido por magcults (fãs da Magcon) de todo canto e a old magcon sempre vai estar em nossos corações. Se você ainda não conhece eles, é só jogar o nome no youtube e vão surgir milhares de vídeos desde a old magcon, até hoje.

Esse foi o post de hoje, foi um prazer apresentar um pouquinho dos meus amores. Mesmo que eu não tenha falado de todos (isso teria dado um post enorme), todos eles têm um espaço especial dentro de mim, além dos outros viners que eu amo. Resumindo é muita gente, mas tem Jess para todo mundo. 

Espero que tenham gostado, o post era só sobre o Shawn, mas eu achei injusto falar apenas dele sendo que a magcon inteira faz parte da minha vida e da dele também. Muita gente não sabe o que significa e só ouve falar, eu tentei explicar mais ou menos o que era para vocês e acho que deu para entender. Qualquer dúvida é só me chamar no twitter. Ou aqui nos comentários. Até a próxima.

Ps. Só queria avisar que agora a Barbara esta fazendo curso técnico e o tempo disponível fica um pouco mais apertado. Mas faremos de tudo para deixá-los atualizados.

Beijinhos da Jess xx

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7 de ago. de 2015

As 4 Melhores Fanfics do Momento



Oi, aqui é a Jess! Todo mundo aqui sabe o que é fanfic certo? Se não sabe, a Babi deve ter feito algum post sobre isso. Eu normalmente fico com a parte literária do blog, mas a Barbara conversou comigo e decidimos ampliar as minhas visões, então hoje irei falar de fanfic. A minha relação com elas já dura uns 4 anos e eu já li de tudo. Hoje vou indicar para vocês quatro fanfics que eu estou lendo e que todos deveriam ler, e que estão sendo as melhores para mim.
Mas já vou avisando, elas estão todas hospedadas no site Fanfic Obsession (fanfics interativas) e eles proíbem passar link direto, então vocês podem procurar no google, e elas são todas restritas. Se você não gosta, experimente, não vai se arrepender.

1. 10 Aulas de Sedução 
Por Má Marche

Descrição: Bianca Caproni é pequena, desengonçada, tímida e nerd de carteirinha. Isso, claro, dificulta bastante sua vida amorosa. Cansada de ser constantemente taxada de segunda opção pelo melhor amigo Sam – por quem é apaixonada -, a garota decide gritar por ajuda.
É em Theo Versolati que ela encontra a salvação.
O garoto é alto, forte e tem jeito com as mulheres. Entende do assunto “conquista” como ninguém. E quando Bianca pede sua ajuda, ele, apesar de relutante, aceita e transforma as pequenas dicas em verdadeiras aulas de sedução.
Só existe um porém: O que acontece se a aluna seduzir o professor?
Gênero: Romance

O nome na descrição é só um exemplo, a fic é totalmente interativa. Ela foi finalizada mês passado (chorando) e eu acompanhei desde a metade. É uma fanfic maravilhosa e um pouco picante, diga-se de passagem, (quem não gosta é só pular essas partes). Vale muito a pena ler essa história, se você for tipo a principal (eu sou muito parecida com ela, mas um pouco menos) e se não for é sempre bom ter novas experiências.

2. Behind The Scenes 
Por Cah Sodré

Descrição: Ela cresceu em frente às câmeras. Ele descobriu o sucesso repentino na adolescência. Ela é a queridinha da América. Ele vive nas páginas policiais. Juntos, os dois formam o casal mais quente dos seriados hollywoodianos – pelo menos dentro das telas. Mas será que é isso que acontece por trás das câmeras? Quando alguém descobre um segredo importantíssimo, tudo pode mudar.
Gênero: Comédia Romântica

Essa é única que não é restrita da lista, mas que tem a mesma intensidade das outras. O fandom dessa fic é do Mcfly, mas você pode ler com qualquer um que não interfere em nada, já que ela é interativa. Eu demorei um pouco para ler essa fic por que ela é famosa nesse universo e eu tenho receio de histórias muito conhecidas. Ainda bem que a dona Barbara me convenceu a dar uma chance á história. E hoje eu já li quase toda a fic e ela ainda está nos primeiros capítulos.

3. His Best "Lesbian" Friend 
Por Rooxy


Descrição:  Um aluno novo interessante, um boato antigo e um mal entendido grave. Uma amizade cheia de segundas intenções, um amor escondido e evitado, uma peça de teatro, um clube de dança e um concurso de bandas… Inseguranças, surpresas e muito rock’n’roll. E você pensando que o mais difícil seria passar na faculdade dos sonhos. A insanidade sorri, sob pressão estamos quebrando. Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance?
Gênero: Romance/Comédia/Drama

Eu acompanho essa fic há algum tempo e sou realmente apaixonada por ela. Mesmo com todas as quedas do site, eu sempre a acompanho e estou procurando por capítulos novos e tudo sobre essa fic. Os pp's são meus amorzinhos e todos os personagens também. A fanfic não tem fandom, então você pode ler com quem quiser e aproveitar essa história maravilhosa da melhor maneira possível.

4. Fuck Me
Por Safe

Descrição: Duas pessoas aparentemente de mundos opostos, mas que no fim das contas, tem mais coisa em comum do que aparentam. Os dois sofreram um trauma no passado e escolheram assumir personagens para encobrir suas dores. Ela, entrou na pele de uma patricinha mimada. Ele, assumiu uma pose presunçosa e autoritária. Mas as máscaras começam a cair quando um começa a levar o outro ao limite.
Tudo o que ele quer, é que ela diga sim a ele.
Tudo o que ela quer, é que ele diga sim a si mesmo.
Gênero: Romance/Comédia

Uma das melhores fanfics que eu já li. Ela pode ser bem forte e o pp pode ser bem abusivo. Mas o jeito que ele amadurece durante a fic é lindo. A história e tudo que acontece vai crescendo e construindo algo forte e você consegue perceber esse amadurecimento na história e nos personagens. A fanfic não tem fandom e é totalmente interativa. De todas, é a que eu mais recomendo, por ser uma história incrível, com uma ótima escrita e personagens adoráveis.

Essas são as fanfics que eu estou lendo, têm outras que eu não acho tão impactantes e boas quanto essas. Espero que vocês leiam e me contem o que acharam. E se já leu conta também, é sempre bom saber opiniões diversas. Espero que vocês tenham gostado, o mês ta cheio de posts incríveis para vocês. Até a próxima.


Beijinhos da Jess xx

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3 de jul. de 2015

Resenha - Livro: Will & Will: Um nome, Um destino




Chegay people! A resenha de hoje é especial! Ficaram sabendo que foi aprovado o casamento gay nos Estados Unidos? E mesmo com muita gente reclamando, estão todos celebrando o amor no mundo. E por uma grande coincidência eu comecei a ler esse livro que tem tudo a ver com esse clima amor de todas as formas. Viva o amor e viva a leitura sobre o amor.

Will Grayson é complicado, confuso e tem medo do amor. Will Grayson é apaixonado por Isaac, um garoto que conheceu na internet. Seus amigos são Simon e Dereck, garotos nerds com qual senta no intervalo, e Maura, uma menina que é apaixonada por ele ou talvez queira apenas ser sua amiga. Seu pai foi embora quando era mais novo, o deixando sozinho com sua mãe. 

Will começa a trabalhar em uma farmácia para conseguir pagar os seus remédios para depressão e é lá que Maura faz a grande pergunta: “Você é gay?”. Ninguém precisava saber do que ele sentia, somente ele e Isaac, então negou e continuou com sua vida. Mas em uma noite em um sex shop na esquina de Chicago, Will Grayson conhece Will Grayson. Will Grayson tem medo de se apaixonar, como o seu amigo gigante e altamente gay Tiny Cooper faz a cada semana. Mas existe aquela garota a Jane, que é amiga de Tiny, tem um sorriso lindo e gosta de Neutral Milk Hotel. O destino juntou dois Will Grayson em uma noite caótica e a partir dali eles nunca mais foram os mesmos. 

"Talvez haja alguma coisa que vocês tenham medo de dizer, ou alguém que vocês temam amar, ou algum lugar aonde têm medo de ir. Vai doer. Vai doer porque é importante."

Esse livro me surpreendeu. Eu sabia que era um livro sobre gays, mas ele é totalmente ao contrario do que eu imaginei. O que aconteceu foi que John Green chegou com o amor hetero e juntou com David Levithan que chegou com o amor gay e POWWW o melhor livro de amor gay-hetero. 

"Gostar não leva ao sofrimento de vez em quando. Leva sempre."

Somente na metade do livro eu notei que cada capítulo era narrado por um Will Grayson e escrito por John e David. Agora é fácil distinguir qual Will é cada autor e qual capítulo é por qual Will, mas no começo eu achava que eram a mesma pessoa com um problema muito grande de bipolaridade hahaha. 

O livro fala sobre o amor e tudo que vem com ele. Às vezes nós só precisamos nos permitir a amar algo. E pensar que nem tudo o que você vive é a pior coisa e todo mundo tem um sofrimento e ele não é mais fácil para outra pessoa só porque não é o mesmo sofrimento que o seu. O mundo é cheio de problemas e o ser humano tem mais problemas ainda, e às vezes nós só lembramos os nossos problemas e esquecemos os outros. 

Resumindo esse confuso  parágrafo: nunca trate os problemas dos outros com descaso. Para ele aquilo é de mesma intensidade que o seu problema é para você. E essa foi à razão para Will Grayson mudar de opinião e fazer algo totalmente louco e incrível no dia da peça de Tiny Cooper, assim encerrando o livro de uma maneira extraordinária me fazendo derrubar algumas lágrimas. 

"A verdade? Todos tem uma. É nossa maldição e nossa bênção. Essa é a nossa tentativa, o nosso erro e a nossa coisa certa."

É difícil terminar um livro quando você se apegou aos personagens e deixar aquela história parada ali até o dia que você resolve reler e sente os mesmos sentimentos e tem aquela sensação de nostalgia. Com certeza esse livro entrou na minha lista de livros favoritos e todos que acham que toda a forma de amor é valida deveriam ler também e se apaixonar por dois Will Grayson.

"Você junta todos os meus pedacinhos, e sou muito grato por isso." 

Vou terminando essa resenha com uma dorzinha boa no coração, porque não queria ter terminado esse livro. Mas novas aventuras me esperam em novos livros. Vou tentar superar e começar outro livro para termos mais resenhas. Por hoje é só, até a próxima.

Beijinhos da Jess xx

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22 de jun. de 2015

Resenha - Livro: Convergente

Foto: Lanah Black.com




ATENÇÃO! CONTÉM SPOILERS DE INSURGENTE!

Olá pessoinhas! Hoje é dia de resenha. Eu resolvi mudar o sistema das resenhas e aprimorá-las. Eu não sei resenhar muito bem, faço mais textos críticos/opinativos. Mas estou disposta a aprender isso por vocês e porque eu estou realmente gostando de relatar os livros que leio. Vou começar a acrescentar as coisas de acordo com as resenhas que for fazendo, vai ser uma mudança progressiva o que é melhor para o meu cérebro que está meio lento hahaha. Bom agora falando da minha leitura, essa foi bem complicada e eu demorei bastante por que estou em fim de semestre e isso se resume em: provas, trabalhos e reavaliações. Limitando a minha leitura apenas para a viagem de volta para a casa (eu estudo em outra cidade e passo 1 hora no ônibus e esse é o meu tempo de leitura). Bom, essa é a penúltima resenha de Divergente, sim eu irei fazer de Quatro, mas talvez demore um pouco para isso acontecer.

Título Original: Allegiant
Autor(a): Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 528
Ano: 2014
Gênero: Aventura, distopia, ficção científica e ação.
Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

"Uma escolha vai te definir."

O mundo que conhecemos desmoronou de vez. Evelyn e os sem-facção dominam a cidade. As facções foram exterminadas e tudo está descontrolado. Tris e seus amigos querem fugir, ir para o mundo fora da cerca, saber o que está acontecendo. Eles querem descobrir o porquê de Edith Prior ter pedido ajuda. Se juntando com os Leais (grupo criado pelos leais às facções, que são contra as regras impostas por Evelyn), eles vão além do que jamais foram.  A vida fora da cidade é diferente e eles descobrem coisas de suas vidas que jamais desconfiariam. E essa verdade pode transformar as pessoas, pode as fazer duvidarem delas mesmas. Segredos são revelados e tudo que era tão real de repente virou uma grande mentira. Mas a guerra ainda não acabou, e eles estão lutando pelos seus ideais.  Eles precisam salvar a sua cidade das mãos daqueles que a controlam.

Convergente me surpreendeu e muito. Em minha opinião foi o melhor livro da série e o melhor desfecho que poderia tomar, ninguém esperaria por aquilo e a autora conseguiu “chocar” os leitores.  
Algo que me desapontou de certo modo foi descobrir o que os divergentes realmente eram. Eu era apegada ao ser diferente do divergente e citei muito isso nas outras resenhas, e de repente descubro que em “nosso” mundo ser divergente, é ser normal.
 
“A vida nos danifica, a todos nós. Não há como escapar desse dano.”

O livro é tão bom, porque ele conta um novo ponto de vista de dois livros e esse ponto é totalmente o oposto do que você acreditava. Eu acho Insurgente chato, por ser um livro muito grande e acontecer só aquilo durante o livro inteiro. Já Convergente é diferente, ele vai se reinventando de acordo com o passar das paginas. A minha leitura foi mais lenta pelos milhares de imprevistos que atrapalharam. Mas mesmo com a demora de 2 semanas (o que pra mim é horrível) eu cheguei ao fim desse livro e devo admitir que derramei algumas lágrimas. Nunca pensei que sentiria algo pela personagem que eu praticamente odiava. Deu pra ver como ela cresceu no decorrer dos livros e eu gostei da Tris  de Convergente. Algo me diz que sou azarada quando gosto da personagem acontece algo dessa magnitude (quando você chegar ao final irá entender).

“Algumas histórias são tão marcantes que não precisam de finais felizes.”

Eu já falei na outra resenha e tenho que frisar nessa, é a imaginação incontrolável da Veronica. Se eu já a admirava antes, agora eu admiro muito mais. Convergente conseguiu explodir a minha mente com essa história incrível e quem merece todo o credito é a autora. Tudo que parecia tão fictício se tornou real aos meus olhos e não duvido que em um futuro algo desse tipo aconteça. Ainda mais nos Estados Unidos que é um país tão ambicioso.

Acho que esse livro fechou devidamente essa obra incrível e estou ansiosa pelo o filme que já tem data de estreia marcada. A distopia Divergente me encantou e hoje entrou na minha lista de livros favoritos. Recomendo a todos que estão em busca de uma aventura única e que estejam dispostos a se entregar ao mundo totalmente único.

 “Existem tantas maneiras de ser corajoso neste mundo. Às vezes, coragem significa abrir mão da sua vida por algo maior do que você ou por outra pessoa. Às vezes, significa abrir mão de tudo o que você conhece, ou de todos os que você jamais amou, por algo maior. Mas, às vezes, não. Às vezes, significa apenas encarar a dor e o trabalho árduo do dia a dia e caminhar devagar em direção à uma vida melhor.”

Essa foi à resenha da semana e espero que todos tenham gostado. Comentem sobre a saga aqui embaixo e me digam como encararam esse final. Até a próxima!

Beijinhos da Jess xx

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7 de jun. de 2015

Resenha - Livro: Insurgente

Foto: Batom de Framboesa/blog

*ATENÇÃO, CONTÉM SPOILERS DE DIVERGENTE*

Hey pessoinhas, tudo certo? Bom eu terminei Insurgente e estou tentando formar minha opinião sobre ele ainda. Infelizmente é quase impossível fazer essa resenha sem spoilers de divergente, então espero que vocês não fiquem chateados.

Para ler a resenha de Divergente, clique aqui.

Tris é divergente e divergentes são ameaças. A Erudição “hipnotizou” a Audácia para atacar a sede da Abnegação. Armas. Tiros. Sangue. Morte. Isso é o que acontece na sede da Abnegação que está com quase todos os seus lideres mortos. Tris e Tobias conseguem tirar os membros da audácia da simulação e eles se dividem entrem os que ficam com a Erudição, chamados de traidores, e os que continuam na Audácia que se refugiavam com a Franqueza. A parte viva da abnegação ficou com a amizade, mas a guerra estava longe de terminar. Jeanine Matthews, a mente perversa por trás do ataque continuou com a batalha e ela queria os divergentes. 

Mas existia mais uma “facção”, por uma ironia os sem-facção eram os únicos unidos e na liderança deles alguém que ninguém esperava. Uma informação. Marcus o último líder da Abnegação era o único entre eles que sabia e Jeanine roubou essa informação dele. Mas como confiar em Marcus depois de tudo que ele fez com o seu filho, Tobias? Apenas uma pessoa terá coragem de confiar nele e arriscar tudo. E qual será essa tão secreta e temida informação?

 “Travamos uma guerra dentro de nós. Às vezes, isso nos mantém vivos. Outras vezes, ameaça a nos destruir.”

Insurgente é a continuação de Divergente, e começa exatamente onde o primeiro terminou, como se o livro tivesse um novo capitulo. Ao terminar Divergente no mesmo dia comecei Insurgente e achei incrível. Eu sou uma pessoa que odeia os espaços e as questões pendentes entre um livro e outro (tio Rick Riordan me mata com isso) e esse livro não têm isso. Mas teve um problema no meio, literalmente, a metade do livro é chata. O meio da história chega a ser maçante de tão repetitiva. Isso pode estar relacionado ao meu relacionamento nada bom com a Tris (Meu Deus, que menina chata!), mas a história realmente não se desenvolve e em um livro de 509 páginas isso não é nada bom. 

Mas o final... Ah o final! Ele me surpreendeu. Pela primeira vez em dois livros gostei um pouquinho da Tris. Aquele final me fez ficar ansiosa para ler Convergente, o que não estava acontecendo durante o livro. Por mais que eu tenha encontrado problemas durante a leitura, eu amei o livro. Estou apaixonada por essa saga (tem como não gostar de alguma saga depois de lê-la?) e não consigo descrever a minha sensação nesse momento após terminar de lê-lo.


“Acho que choramos para liberar nosso lado animal, sem perder a humanidade.”

A escrita da Veronica é maravilhosa e a capacidade dela de criar esse mundo tão diferente me deixa maravilhada. Como é possível alguém pensar em algo assim? Provavelmente eu nunca conseguiria criar algo assim, parecido talvez, mas não chegaria nem perto do que essa mulher construiu. Cada facção, cada personagem, cada sentimento. Tudo é incrível e agora eu entendo o porquê de todo esse sucesso. 

 “Insurgente. Substantivo. Uma pessoa que age em oposição à autoridade estabelecida, que não é necessariamente considerada agressiva.”

Eu sou uma pessoa que não assiste ao filme antes de ler o livro, isso significa que nunca tinha assistido Divergente muito menos Insurgente. Então resolvi assistir os dois filmes para colocar na resenha.

Após assistir os filmes (eu não terminei insurgente porque estava tarde e era dublado e odeio coisas dubladas) constatei que eles são bem fieis ao livro. Algumas coisas foram mudadas, outras partes foram excluídas. Mas são pequenas adaptações para o filme não ficar muito longo, mas mesmo com tudo isso Divergente teve mais de 2 horas de duração. Comparado com outros livros que viraram filmes, esses estão maravilhosos. Claro tem coisas que a gente não consegue não reparar, mas a meu ver não ficou tão gritante assim.  

Outra coisa que notei e fiquei muito feliz foi: a Tris do filme é mil vezes melhor que a do livro. Depois eu entendi que é porque a Tris do filme não pensa e a do livro sim. No filme não tem o ponto de vista da personagem como no livro e no caso da Tris isso é bom. Eu não sei a razão dessa minha repulsa com a personagem, mas mesmo com isso não estragou a saga para mim. Eu aprendi a conviver com a Tris e talvez até comece a gostar dela em Convergente. 

"Um escolha pode te destruir."

Essa foi a resenha de hoje, com essa pequena parte sobre o filme. Espero que todos tenham gostado e queria pedir desculpas pela resenha de Divergente. Eu sei que ficou pequena e vaga, mas eu não estava nos meus dias mais inspirados, portanto me perdoem. Por enquanto é isso, até a próxima.

Beijinhos da Jess xx

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