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16 de fev. de 2016

Projeto #52filmsbywoman

Olá, pessoal! Pois bem, esse é meu primeiro post no blog, e eu quero muito agradecer a Babi pela oportunidade de vir falar sobre uma coisa que eu sou apaixonada aqui. Meu nome é Maria Laura e vamos falar de cinema, a nossa sétima arte. Apresentações feitas, eu gostaria de partir para algo que creio ser muito bom para um início. Um projeto com uma iniciativa muito legal, com muita coisa boa pra ser vivenciada.

O Projeto #52filmsbywoman (52 Filmes Feitos por Mulheres) foi lançado pela organização Woman in Film and Television, em Los Angeles (LA, babes! Onde mais seria?), com o intuito de aumentar a visibilidade da mulher no cinema. Principalmente por trás das câmeras.

Como seria isso?
Bem, o projeto tem como roteiro assistir um filme (ou mais) por semana dirigido por uma mulher, tendo 52 no total.

Eu realmente adoraria que vocês entrassem comigo de cabeça nesse projeto. Imagine quantas produções maravilhosas estamos perdendo por simplesmente não termos conhecimento do filme. Existem muitas mulheres no mundo do cinema, a única coisa que as diferencia dos homens é a visibilidade. Então vamos trabalhar nisso para vermos muito mais as mulheres estampando seus nomes em grandes produções.

Como prova do projeto, toda semana farei uma resenha sobre o(s) filme(s) visto(s) na semana com todas informações necessárias para pesquisarem sobre a diretora e debater sobre ele.

Acho que até aí estamos indo bem. Peço desculpas por qualquer erro, e até o próximo post!


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9 de abr. de 2015

Filmes que Assisti Recentemente



Hey! Tudo Ok com vocês? Que eu sou uma amante dos filmes, vocês já sabem e estou surpresa, porque nesse ano eu apenas assisti uns 8 filmes, apenas - que eu lembre, né. Porque esqueço de todas as coisas possíveis. E esse ano eu decidi que veria desde os mais antigos, até o mais novos, sucessos de bilheteria e indicados ao oscar... Porém até agora não fiz nada disso, e fui vendo filmes que apareciam para eu ver. Pois a vontade sumiu e o tempo também.

Os filmes que vou citar aqui, eu vi por curiosidade e porque, nesse tempo, não queria filmes tão elaborados para assistir, e sim, filmes mais simples e leves... Sabe? E então essa lista tem apenas 7 filmes, e eu vou contar - bem resumidamente - o que eu achei de cada um, se indico e se vale a pena uma resenha mais profunda.

1. Juno


Eu estava doente querendo ver esse filme e eu só achei ele na versão dublada, e eu prefiro mil vezes legendado porém, minha vontade foi maior e lá foi eu ver. Eu adorei o filme, mas não entrou para a lista dos meus favoritos. Juno, uma jovem de 16 anos acaba engravidando do 'melhor amigo', numa 'experiência' e a partir disso, ela resolve doar o filho para a adoção e até escolhe o casal, e o enredo se desenvolve por aí. E é engraçado, porque ela trata aquilo na maior simplicidade, sabendo que no final de tudo, a criança estaria salva... Ou não. Sem falar que a personalidade da Juno é única. Eu não sei definir, mas ela não é engraçada, mas os jeitos dela são legais demais de assistir. Faz uns meses que eu assisti e não sei ainda farei resenha, mas eu indico. É bem leve e cômico, sabe? É Bom de se assistir num domingo. 
Tem no Netflix. 

2. O Discurso do Rei 



Ouvi falar dele quando estava assistindo o Oscar de 2011 (Quanto tempo!) e me interessei por ele, porém nunca fui assistir. Até que a Globo transmitiu o filme (de madrugada) e eu resolvi ver... Foi amor á primeira parte. Eu fiquei, realmente, prendida ao filme pelo enredo. O Discurso do Rei conta a história de George, que acaba assumindo o cargo de rei, porém só existe um pequeno problema: ele é gago. Pode parecer uma história bem fraca, mas é comovente e você quer ver o final, e como, e se ele supera. Aliás, o rei que tem que fazer aqueles discursos e tudo mais, porém George não consegue e a gente acaba sentindo a aflição e angústia que ele passa, e é incrível. Merece ser visto, e merece resenha. 

3. Será Que?



Será Que? Eu ouvi falar muito desse filme e eu estava louca para assistir por causa do Daniel Radcliffe (aka Harry Potter, cof cof), e devo admitir que acabei me apaixonando também pela atriz principal, Zoe Kazan. Outro enredo clichê que foge do padrão: amor entre amigos, e amizade que eles tem é tão exótica e única que você acaba se apaixonando por eles. Porém, claro, o noivo de Chantry acaba sendo um empecilho entre ela e Wallace, e então eles resolvem ser apenas amigos... Porém a proximidade que eles compartilham não permite tal coisa. Gente, detalhe importante: a principal, Chantry, é ilustradora e eu fiquei apaixonada nas ilustrações que aparecem no decorrer da história. Indico sim, com toda a certeza, e a resenha vem vindo por aí. 
Tem no Netflix.

4. A Mentira - Easy A



O que eu achei mais legal e até engraçado no filme, é que as aparências enganam meeeesmo. É um filme americano, com escola de armários, time de futebol, líderes de torcida e a Olive. A principal, como em quase todo filme, não é nada notada na escola e ainda era virgem, porém ela acaba dizendo para a amiga, para reforçar a mentira que contou sobre um encontro, que havia perdido a virgindade, e aí o boato se espalha pela escola toda rapidamente. Ela acha ruim ser vista como 'vadia' porém acaba gostando da atenção que recebe. E então, ela finge ter 'dormido' com Brandon, seu amigo gay, para dar a imagem de 'macho' para ele. Porém, a escola fica sabendo que aquilo havia sido um favor, e então ela começa a dizer que dormiu com fulano, por dinheiro. E aí a história torna-se engraçada, um tanto trágica por causa do pequeno drama, e eu indico porque é engraçado. Você não morre de rir, mas é engraçado e eu gostei muito de assistir. 
Tem no Netflix.

5. Simplesmente Acontece - Love, Rosie



Já fiz resenha dele aqui e ele segue o clichê de melhores amigos apaixonados negando amor, mas foge dos padrões por causa da profundidade da amizade de Rosie e Alex e por causa dos personagens cativantes. Alex e Rosie eram melhores amigos, e tudo ia bem, até que na noite da formatura, ela vai pra cama com um cara e acaba ficando grávida dele. O cara sumiu, e Alex viaja rumo a Univerdade de Harvard, enquanto ela vê seus sonhos sendo deixados para trás por causa do bebê, até porque ela resolve abraçar seu futuro, e viver um dia de cada vez (Gabi me ajudou nessa frase!). Cativante, em alguns trechos você tem vontade de morrer porque TUDO da errado. Um horror. Mas vale a pena. Não me surpreendeu, esperava mais... Porémmm já esta na listinha de romances favoritos.
Ele já teve resenha, você pode ver clicando aqui, e eu super indico.

6. A Onda



Com o pessoal novo da sala, conheci Luana, que me contou sobre um filme chamado 'A Onda', onde um professor resolve 'criar' um sistema autocrático/governo fascista na sala de aula (eu não sei ao certo, não me julguem), para poder explicar a matéria. O movimento fictício é denominado de 'A Onda' e a 'atividade' é levada a sério, com saudações, uniformes, logotipo... E tudo começa a ser levado a sério. O movimento começa a ser algo real, e as complicações de um sistema desses aparecem, com a o oposição, rejeição de quem não adere o movimento e o 'poder' que os alunos começam a espalhar para todos. O filme é impactante e muito interessante, mesmo. Ele mostra a facilidade que a massa pode ser manipulada. Nos primeiros minutos do filme, você se sente numa aula e o filme vai te mostrando como funciona um governo fascinta, em escala maiores, claro, mas te mostra como começa tudo. No começo, um aluno diz que uma ditadura não voltaria a acontecer... Será? Super indico e merece resenha.
Tem no Netflix.

7. História Cruzadas



Faz tempo que vi (o que é contraria o título do post) mas eu tinha que falar dele. Vi na Globo também, e eu adorei assistir. Skeeter é uma branca da elite americana que quer se tornar escritora e começa a entrevistas mulheres negras que trabalham cuidando dos filhos de homens brancos ricos. Porém essas mulheres tem medo de falar qualquer barbaridade que seus patrões dizem, por causa do preconceito que existia nos anos 60. Mas mesmo assim, Skeeter Aibileen (uma empregada que resolve se juntar a causa) resolvem persistir naquilo, para mostrar a verdade que as perfeitas famílias da elite branca escondem. É um filme que se passa nos anos 60, nos EUA e o filme retrata a época onde existia esse preconceito em alta escala. Onde negros andavam no fundo do ônibus, onde eles tinham que correr para suas casas com medo do KKK pegá-los, além dos dramas pessoais que cada personagem vive. Incrível de se assistir, super indico e não tinha pensado em resenhá-lo. Quem sabe?
Tem no Netflix.

O meu pequeno projeto de ver muuuitos filmes esse ano esta em andamento... E pretendo ver muuuuitos mais, e poder encher o CDT de resenhas. E, gente, vocês viram que estreou uma nova coluna aqui no blog? O Pensando Alto, pela Gabriela.? Se você não ficou sabendo, toda terça (ou quase isso) terão textos sobre a vida aqui no blog, e devo dizer que todos são de alta qualidade. 
Espero que tenham gostado, e quais são os filmes que vocês tem visto recentemente? Gostaria de saber :).
Fiquem bem,
até logo.

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31 de mar. de 2015

Resenha - Filme: Simplesmente Acontece (Love, Rosie)


Hey! Tudo ok com vocês? E... Gente, gonguei o show da Marina! No meu último post eu joguei tanta inveja, que o vôo da menina não aconteceu. Foi mals, Diamonds. Mas Marianinha só vai vir pra cá, quando eu puder ir. Senão, não rola hahaha. O estranho é que ela estava numa balada momentos antes do “vôo” né... Enfim.

Depois de muita espera, eu pude ver Simplesmente Acontece, e devo admitir... Que filme lindo, gente. Sério. Eu sou apaixonada pela Lily Collins, tipo muito, e todo (e qualquer) filme que ela faça, eu estou assistindo. E devo dizer que ela é uma das minhas atrizes favoritas. Eu tava no youtube um dia, e tinha um trailer, do filme “Love, Rosie” – título original do filme – e foi amor a primeira vista. E eu juro, vi TODOS os trailers e partes divulgadas do filme, e estava contando os dias para “estrear” aqui no Brasil – meses depois dos EUA. E aí, estreou.

Filme: Simplesmente Acontece
Título Original: Love, Rosie ou Where Rainbows Ends
Duração: 1h42 minutos
Diretor: Christian Ditter
País: Reino Unido, Alemanha
Atores Prinpais: Lily Collins, Sam Cliffin 

Rosie e Alex são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos todas as dificuldades. Embora exista uma atração entre eles, parecem viver em negação, protegendo a amizade que tem. A faculdade entra em questão, e enquanto Alex vai para Harvard, Rosie esconde um segredo que deixa seus sonhos para trás. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos e receios, enquanto a vida é passo por um acaso atrás do outro. E com muito drama e risos, talvez o amor vença no final.



Os primeiros minutos do filme são suficientes para você querer ver ele todo. Ele começa pelo fim, e aí a vontade de saber o começo de tudo não te deixa abandonar o filme. Você, já de cara, conhece a profundidade que a amizade deles tem e também seus planos para o futuro. E o filme vai seguindo um padrão de filmes americanos, com o baile, as festas, os pares, mas tudo com um diferencial, tirando o filme daquele clichê maçante. Então, um acontecimento nada premeditado, muda tudo o que já estava definido, deixando sonhos para trás. Rosie engravida de um cara que ela não ficou mais de uma noite, e sem saber o que viria a seguir, ela decide abraçar seu futuro e viver um dia de cada vez.

Simplesmente Acontece, tem um assunto muito claro: o amor sempre te encontra no final. Porque, como diz a frase mais marcante do filme: ‘Eles eram amigos inseparáveis, sendo sempre separados.’ E o filme consiste nisso, nas idas e vindas do amor, dos acasos da vida, de um destino incerto, e do dois amigos que sempre se atraíam, não importasse o que acontecesse.



Acho eu, que o que mais me fez gostar do filme, antes mesmo de ver, foi a amizade da Rosie e do Alex. E no filme, você suspira a cada cena deles juntos. Você consegue perceber, que a amizade que eles dividem é forte e foi construída com o passar do tempo. Conseguindo ver, mesmo que eles não digam que um sempre estará ali para o outro. E acho que é isso que também atrapalha o suposto romance. Porque é aquilo, né. Se der errado, a amizade acaba, mas se der certo, é uma das melhores coisas do mundo. O filme mostra isso de uma forma não tão apelativa, nem forçada, mas de forma real e você consegue sentir a aflição dos personagens nesse dilema romântico.

Hoje em dia, é bem comum um diretor ou autor fazer da principal, uma garota totalmente desajeitada e insegura para rolar uma identificação com a pessoa que esta assistindo. E em Simplesmente Acontece, a Rosie apresenta uma adolescente normal, sem nenhuma apelação como a Bella, de Crepúsculo, por exemplo. Ela tem sonhos, um futuro planejado, um melhor amigo e uma possibilidade de amor á sua frente, até que tudo se quebra com um acidente do acaso. E foi isso que eu achei interessante, porque nos filmes de ficção fantástica/científica (que eu amo), os personagens têm sua vida alterada por um grande acontecimento, e no filme, simples detalhes, mudam o curso de toda a história, provando que nada é premeditado, e nem perfeito. Ou seja, nem nos filmes os planos que temos são seguidos do jeito que desejamos.



Vou ser sincera, o ritmo do filme não é perfeito. Se Love, Rosie for comparado á Stuck In Love (Ligados pelo Amor), dá para sentir que o filme é um tanto cansativo em alguns pontos, porque são muitas voltas que o casal dá. Muitas mesmo. Senti que o ritmo do filme foi muito rápido, e ás vezes eu me atrapalhava, pensando se anos ou dias haviam se passado, de uma cena para a outra. Mas isso não atrapalhou tanto, no ponto de eu querer desistir de assistir. O enredo é auto-suficiente, para você querer ver até o final.

A atuação é impecável (Lily Collins e Sam Claffin são incríveis), e o filme torna-se cômico, em certas partes, com as piadinhas e maneiras dos personagens. O enredo é incrível, só o ritmo do filme, que ás vezes dava uma certa cansada. Mas estilo do filme, é daqueles leves, sabe? Gostosos de assistir num domingo, com um sono batendo. De uma história leve, com fatos marcantes, mas o drama não é tão destacado.



Amor entre amigos é o clichê mais clichê de todos os tempos na história do cinema, acho eu. Porém, surpreendentemente, Simplesmente Acontece conseguiu ser diferente, de qualquer outro que eu tenha visto. Porque o drama tratado no filme, não é algo fútil, é algo que você consegue entender e sofrer com os personagens e também torcer para eles superem os problemas, no final de tudo.

Quando eu vi o trailer, eu já estava esperando que algumas coisas na vida da Rosie iriam dar errado. Mas aí eu percebi que existe alguém mais azarado na Terra, do que eu. Gente, da dó. Tem horas que você tem que dar pausa, e respirar, porque senão você morre ali mesmo. Mas, de uma forma, ou de outra, tudo sempre se encaixa. E acaba se tornando algo bom, porque sempre tem um momento que você vai ficar “MDS!”, o que é legal num filme, acaba mexendo com as emoções. O filme acaba misturando drama, comédia, reviravoltas e romance, tendo um resultado muito legal.

Você sente o drama dos personagens, consegue rir, porque há muitas cenas engraçadas e cômicas, onde o riso é inevitável. E ainda consegue sofrer junto, desejando um final feliz a cada segundo. Essa relação é muito gostosa quando se assiste um filme, e Simplesmente Acontece foi perfeito nesse quesito.

Em minha opinião, o objetivo do filme foi mostrar que o amor supera o acaso e o desencontro, sempre vencendo no final e o filme não falhou em passar tal mensagem. Porém não surpreendeu, eu esperava mais. Assistirei ele novamente, com certeza, e entrou para os meus favoritos, pelo enredo e personagens. Ainda quero muito ler o livro que originou o filme, que leva o mesmo nome, da autora irlandesa, Cecelia Ahern. Sem contar que, por causa do trailer, a música Chocolate do The 1975, esta no meu replay e eu estou apaixonada por ela. 

Eu sou viciada em trailers (isso existe) e de Simplesmente Acontece é muito bem feito, e muito amor. Assisti diversas vezes, e ele foi motivo suficiente para querer assistir o filme. Existem vários trailers, mas esse foi meu favorito: 



Enfim, se você quer um filme de romance, que tenha drama e comédia na medida certa, personagens apaixonantes e um enredo de suspirar a cada cena, Love, Rosie é o filme ideal. 
Espero que tenham gostado da resenha, e se assistiram, me contem o que acharam. Adoro quando vocês contam suas opiniões e/ou experiências.

Aaaah, o blog tem uma pequena novidade: um Tumblr! Gente, não tem jeito, eu apenas amo aquele lugar. E ele me serviu bem aqui no blog, porque, de acordo com as postagens aqui, eu atualizo lá. Por exemplo, esse post é sobre o filme Simplesmente Acontece, então o tumblr esta cheio de quotes e cenas fofas e lindas do filme, que podem ajudar a ilustrar os posts. Além de que, lá você pode ficar sabendo sobre o que será os próximos post pelas coisas que eu reblogo ou posto por lá. Então, se você tiver um tumblr, bora seguir. O nome dele é 'Essas Coisas do Tipo'  e eu me esforcei para deixar ele bonitinho haha

Fiquem bem, 
e até.


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