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16 de fev. de 2016

Projeto #52filmsbywoman

Olá, pessoal! Pois bem, esse é meu primeiro post no blog, e eu quero muito agradecer a Babi pela oportunidade de vir falar sobre uma coisa que eu sou apaixonada aqui. Meu nome é Maria Laura e vamos falar de cinema, a nossa sétima arte. Apresentações feitas, eu gostaria de partir para algo que creio ser muito bom para um início. Um projeto com uma iniciativa muito legal, com muita coisa boa pra ser vivenciada.

O Projeto #52filmsbywoman (52 Filmes Feitos por Mulheres) foi lançado pela organização Woman in Film and Television, em Los Angeles (LA, babes! Onde mais seria?), com o intuito de aumentar a visibilidade da mulher no cinema. Principalmente por trás das câmeras.

Como seria isso?
Bem, o projeto tem como roteiro assistir um filme (ou mais) por semana dirigido por uma mulher, tendo 52 no total.

Eu realmente adoraria que vocês entrassem comigo de cabeça nesse projeto. Imagine quantas produções maravilhosas estamos perdendo por simplesmente não termos conhecimento do filme. Existem muitas mulheres no mundo do cinema, a única coisa que as diferencia dos homens é a visibilidade. Então vamos trabalhar nisso para vermos muito mais as mulheres estampando seus nomes em grandes produções.

Como prova do projeto, toda semana farei uma resenha sobre o(s) filme(s) visto(s) na semana com todas informações necessárias para pesquisarem sobre a diretora e debater sobre ele.

Acho que até aí estamos indo bem. Peço desculpas por qualquer erro, e até o próximo post!


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18 de jul. de 2015

O Que Fazer Nas Férias de Julho?



Hey! Tudo ok com vocês? Estou mega feliz por causa do post da entrevista com a Helô, porque muita gente gostou, então, muito obrigada! Mas além dessa coisa boa que aconteceu nesses últimas dias comigo... Estou de férias! Na verdade, estou de férias desde o dia 3, mas estou tendo reposição durante mês de julho inteiro e só nessa semana, até dia 22, que vou ter um "descanso" porque depois tenho mais reposição e estou chorosa com isso. Por que comigo? To Lana Del Rey.

Massss, estarei sendo meio fdp se disser que não considero esse tempo como férias. É férias, de qualquer jeito e esperamos o ano todo por essa pausa, e quando finalmente chega nos perguntamos... O que vamos fazer? Porque nem todo mundo pode viajar, nem todo mundo tem dinheiro pra viver saindo (e ás vezes, nem vontade, né?), nem todo mundo tem pra onde ir por causa da onde mora... Enfim, e o frio dessa época pede pra ficar em casa. Mas, eu acho que tenho algumas "dicas" que podem fazer você "ter o que fazer" durante esse mês. Estamos, exatamente, no meio do mês, mas ainda temos muitos dias pela frente. 

Via esse tipo de posts em revistas e sites e sempre tinha algo como "tente alguma receita difícil", "faça uma viagem para o exterior", "visite todos os pontos turísticos da sua cidade", e eu ficava meio perplexa. Primeiro que eu nunca tinha dinheiro pra rodar São Paulo toda e segundo que na eu na cozinha sou um perigo. Então, relaxa que essa lista é mais simples.

1. Aprenda com Tutoriais

Foto: ameninaquerprocuravasorrisos.blog
Eu sou uma pessoa mega curiosa e sempre quero aprender coisas novas. Porém nem sempre posso pagar cursos mas o YouTube esta aí para nos ajudar. Confesso que até assim tenho preguiça de ir tentar aprender algo novo, mas sei que tenho todas as ferramentas ao meu alcance. Desde aprender a tocar violão até aprender a montar um layout, e tudo o que eu preciso é paciência e vontade. Então aproveita pra pegar esse tempo que você vai passar mongando na cama até tarde, liga o computador e vai procurar tutorial de algo que você quer muito aprender. Pode ter certeza que o YouTube tem milhares de opções pra você.

2. Desenterre um Velho Projeto

Foto: jovemcrianca.blog


Acho que tenho milhares de projetos que deixei de lado no decorrer do tempo, desistindo de seguir a diante com tal coisa. Porém, peguei muita coisa que eu já tinha desistido e comecei a me dedicar novamente a finalizar esses meus projetos e posso dizer que as coisas estão caminhando muito bem. Então, tenta fazer o mesmo. Procura aquele diário que tu sempre quis fazer e sempre deixava de lado, ou então o seu quadro de fotos que esta pela metade na parede, ou uma história velha que você gostaria de finalizar, ou um jogo de video-game onde você ainda não zerou... Enfim. Vai atrás de alguma coisa que você não concluiu e se dedica a finalizar isso. Tenho certeza que você vai encontrar alguma coisa e vai se sentir mega bem quando ver aquilo concluído.

3. Séries, Séries e mais Séries

Foto: live-love-laugh-m.blog




Sempre falo de séries aquilo no blog, e faço isso porque séries são uma das melhores coisas ever. Não discorde de mim! E nada melhor do que as férias pra virar a noite vendo e revendo suas favoritas. Bom, nesse quesito, tenho duas dicas (bem óbvias e que você já devem estar fazendo, mas é sempre bom frisar):

1. Finalize aquela série que você esta viciado. E se ela ainda esta em andamento, assista até o último episódio disponível. Nem veja a quantidade de episódios pra não desanimar. Vai vendo e só pare quando não aguentar mais seus olhos abertos. Se você se dedicar a uma série exclusivamente, tu consegue finalizá-la. Uma dica muito legal, que eu peguei lá no canal da Jout Jout (vocês precisam conhecê-la) é que você pode colocar uma série de mais ou menos 20 minutos entre os episódios da série de 40 minutos, pra não te cansar, sabe? Como uma quebra, uma série relax e alguns exemplos muito bons pra fazer isso é: Modern Family, New Girl (o que dizer dessa série?), The Office, etc, ou alguma da Disney/Nickelodeon que você goste. Ou então, dê uma continuidade naquelas que você apenas vê em episódios aleatórios na tv. Tenho que começar a fazer isso com The Big Bang Theory, Friends, The Vampire Diaries...

2. Vá conhecer uma série nova. Eu mesma, assisti o primeiro episódio de The 100 esses dias, depois de muito tempo prometendo a mim mesma que iria vê-la. E olha, não me arrependo, só me dá preguiça ter que acrescentar mais uma série a minha lista (nada pequena) de séries para ver. Comecei também Demolidor, Hannibal, Prison Break, Dont Trust the Bitch in Apartament 23... E essa lista só cresce. Então vá conhecer sérias novas. Netflix está ai para fazer de nossas vidas algo mais feliz e colorido.

*As séries citadas nesse quesito são mega indicadas, então corre pra ver.

4. Tire o Atraso do Cinema



Vá ao cinema porque tem muito filme bom sendo lançado! O preço não é tão barato, mas é só não querer extravasar no Mc Donalds ou Starbucks, o que é meio impossível... Enfim, haha. Vi Minions esses dias, e ainda quero ver Cidades de Papel, Divertidamente e futuras estreias. Mas dinheiro não cai do céu, então arranjei outro jeito de você tirar o atraso do cinema. Além, é claro, de ir ao cinema! Bom, esse quesito é pra quem ama filmes, ou tem paciência para ver. 

1. Assista os ganhadores do Oscar. Ainda não levei esse quesito muito a sério, porém pude ver O Jogo da Imitação, que ganhou Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, e não me arrependi nem um pouco. P*ta filme bom! Corre pra ver! Vi também Interestelar, ganhador de Melhores Efeitos Visuais, e eu simplesmente amei o filme. Um dos melhores que eu já vi. Além de BoyHood, Birdman, Para Sempre Alice, Operação Big Hero, Sniper Americano, e ganhadores de oscars anteriores. Até agora não me arrependi de seguir essa dica e acredito que você também não vá.

2. Conheça os clássicos e antigos. Não sou muito fã de filmes antigos não, confesso. Prefiro os atuais, com efeitos especiais maravilhosos e histórias atuais e futurísticas. Porém, gosto muito de ver filmes antigos por causa desse título "clássico" que eles tem, como se fosse um aprendizado, não sei a palavra certa para descrever. Recentemente vi The Breakfest Club, Bonequinha de Luxo, O Silêncio dos Inocentes e pretendo estender essa lista até o fim das férias. Então, separa um tempo e vai ver esses filmes não tão atuais, e perceba a evolução que o cinema teve, o que é muito interessante.

5. Alguns Trabalhos Artesanais

Foto: docedesilusao


Eu sou uma das pessoas que fica sempre babando nos quartos de blogueiras e vlogueiras famosas, querendo sempre morar lá pra sempre. Não faz muito tempo que eu fiz uma mini reforma no meu quarto (pintei parede e comprei coisas bonitinhas) e ele está muito melhor do que era. E o mais legal desses quartos de blogueiras, é que elas sempre fazem D.I.Y. com alguns itens de decoração delas, e isso de "Faça Você Mesmo" é o que não falta na internet.

Essa dica é parecida com a primeira, mas é pra ir no trabalho manual mesmo. Faça prateleiras pro quarto, algum tipo de porta-lápis, algum abajur personalizado... Não sei, a criatividade pela internet parece não ter limites. A Bethany Mota (gringa) é uma vlogueira que ás vezes posta vídeos ensinando a como deixar o quarto mais arrumado e mais bonito, devido á decoração. E a Maddu Magalhaões e o Victor Lamoglia, também tem canal no youtube aonde ensinam a fazer itens de decoração mega criativos. Como o tordo de Jogos Vorazes, a abajur estilo relíquias da morte do Harry Potter, a casinha do Hobbit, apanhador de sonhos, luminária estilo disco voador... 

Enfim, pra quem ama sagas, vai se encantar com os canais. E eu tenho que colocar isso em prática algum dia, ou continuar o que eu comecei, porque até agora não terminei de pintar os nichos que já deviam estra na minha parede. Ou então, coisas como cadernos personalizados, capinhas diferenciadas... Não sei! A internet é cheia de coisas maravilhosas, e o tumblr ta cheio disso, então... Vai tentar fazer igual. 

E é claro que a dica master, a dica chefe seria: COMA MUITO! Não vou dizer pra você ir pro fogão se arriscar fazendo um bolo de quatro camadas de brigadeiro, porque eu não vou fazer isso. A pessoa aqui queima pipoca... Ou seja, nem dá hahaha. Mas digo pra você comprar muita besteira e comer fazendo todas essas coisinhas da lista. COMA MUITO! E engorde pakas hahaha. 

Enfim, espero que tenham gostado. Estou mega feliz porque passei no curso técnico que eu queria e quero sair atirando fogos no céu. Tudo bem que terei que desistir de um curso por causa desse, mas acredito que vá valer a pena. Então, boas férias e espero que descansem muito. Ah, esse mês foi meu aniversário e estou um aninho mais velha, aeeeew! hahaha.

Fiquem bem,
e até.

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1 de mai. de 2015

Resenha - Filme: Cinderela



Hey! Tudo ok com vocês? Hoje eu iria postar a resenha do livro O Doador de Memórias, mas como vi Cinderela no cinema e ele é um filme beeem atual, achei legal já fazer a resenha logo, para quem esta com dúvida de ir ou não ver o filme. Eu levei minha prima e minha irmã no cinema, e por voto das duas, fui ver Cinderela. E devo confessar que não botei muita fé não. 

Mas ai, até chegar o sábado, eu comecei a pensar que seria bom e tals. Até porque eu gosto de conto de fadas, e adoro as releituras que acrescentam coisas, porém seguem o enredo clássico. Entende? Como Alice no País das Maravilhas, com o Johnny Deep, onde o enredo foi o mesmo, mas os efeitos especiais deram um toque a mais ao filme e ele ficou incrível. Botei na minha cabeça que teria elementos diferentes, com mais drama ou mais maldade e magia da madrasta... E me decepcionei. O filme não foi aquilo que eu pensava ser.

Filme: Cinderela (2015)
Título Original: Cinderella
Duração: 1h44 minutos
Diretor: Kenneth Branagh
País: EUA
Atores Prinpais: Lily James, Cate Blanchett, Richard Madden

"Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella (Lily James) fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine (Cate Blanchett), e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho (Richard Madden), sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha (Helena Bonham Carter) para mudar o seu destino..." - Adoro Cinema

Antes de tudo, uma pausa para falar sobre a fofura master do curta de Frozen. O curta que passa antes de Cinderela, é sobre o aniversário da Anna, e Elsa tenta fazer desse o melhor dia de todos, porém ela pega uma gripe, onde pequenos Olaf's surgem aos montes e acabam atrapalhando tudo. E é muito lindo. Talvez coloquem no YouTube daqui um tempo, e eu vou correr para ver de novo. Muito amor, muito lindo, muito fofooooo hahaha. Enfim...

Todo mundo conhece a história da Cinderela, não tem como existir spoiler: os pais morrem, ela fica com a madrasta e as duas irmãs más, e então ela vira empregada, é humilhada, colocam o apelido de 'gata borralheira' e 'cinderela', tem o baile, ela vai escondida e encantada pela fada madrinha, dança, meia-noite, sapatinho... Todos conhecem a história. Mas quando nós vamos ao cinema ver uma releitura de algo tão clássico e antigo, queremos ver algo de diferente. Um clímax diferente, características diferentes, cenas diferentes, mas ainda assim, dentro do enredo. Como disse antes, o que acontece com Alice no País das Maravilhas, com Jhonny Deep, em Espelho, Espelho Meu, com a Lily Collins, ou então em Branca de Neve e o Caçador, com a Kristen Stewart. Enfim, algo que diferenciasse a história clássica da mais atual... Mas isso não acontece.

Fiquei boquiaberta com os figurinos e efeitos especiais maravilhosos. Lindos de se ver e bem conto de fadas, onde a gente suspira sonhando em encontrar com nossa fada madrinha (A.K.A. Bellatrix). Porém, senti que faltou algo que me prendesse ao filme. Em momento algum eu senti vontade de ver aquilo até o final, e tenho certeza que não veria em casa, por minha própria vontade. Tiraria nos primeiros 20 minutos. Pelo simples motivo de que eu já sei o final. Quando eu vi Espelho, Espelho Meu eu já sabia como terminaria, teria o felizes para sempre. Mas vi o filme inteiro porque os personagens me cativaram, e porque queria saber como essa nova adaptação chegaria ao final. Como chegaria no felizes para sempre. Mas em Cinderela, não tem uma ansiedade para ver como vai acontecer, o filme segue a história perfeitamente.




Eu não senti uma certa simpatia com a Cinderela, a personagem, porque eu achei a 'bondade' dela um pouco forçada. A mãe dela diz para ela "ter coragem e ser gentil" e no filme todo eu vi ela tentar seguir o que sua mãe disse. Porém, na minha visão, ela foi apenas gentil, não questionando o que sua madrasta mandava ela fazer, mas lhe coragem faltou. Porque com a coragem, ela poderia ter enfrentado suas irmãs e a madrasta para colocar um basta na exploração que faziam ela passar. Mas tirando isso, eu não me apaixonei pela Cinderela, como deveria ser. Assim como o príncipe, que eu também achei um pouco forçado, e não senti essa simpatia toda pelo casal. Tirando a cara de monga dela haha.

Eu amo os vilões, porém senti que a madrasta era muito mole. Sério. Eu achei que era seria a lá Malévola, e daria a louca em algum momento. E então o príncipe teria que ir salvar a Cinderela, e teria uma certa batalha, ou algo assim... Mas não tem nada. A Cinderela fala meia dúzias de palavras, e a madrasta deixa ela ir embora. Sem derrota, sem batalha, sem clímax. Clímax! Foi isso que faltou no filme. E eu dormi nos momentos finais, porque ele seguia um mesmo ritmo leve, sem me deixar louca de emoção. 

O engraçado é que uma das irmãs malvadas é linda! E as duas deveriam ser horrendas, porém uma delas é muito linda, mesmo. Os figurinos são lindos e a cena final, no casamento (sem essa de spoiler!) me deixou perplexa. A decoração era maravilhosa. A cor das flores, eles na sacada dando tchau aos súditos. Mas a decoração ficou maravilhosa.

Para quem quer ver um filme onde é retratada a Cinderela clássica, onde você já sabe o final, e não vai ver novidade nenhuma, apenas a história num formato mais atual, é um ótimo filme. Os efeitos especiais são lindos, e a cena da fada madrinha (A.K.A. Bellatrix) foi maravilhosa. Sem falar da parte da valsa, onde a Cinderela dança com o príncipe no grande salão. As cenas são lindas, e a fotografia do filme impecável. Porém em ritmo e enredo, eu senti falta de algo que desse emoção.

Ps. A mãe da Cinderela era linda, e eu queria muito que ela fizesse a filha quando estivesse maior. 

Você viu o filme? Teve uma conclusão mega diferente da minha? Deixa nos comentários, que eu vou adorar ler. 

Fiquem bem,
e até.

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9 de abr. de 2015

Filmes que Assisti Recentemente



Hey! Tudo Ok com vocês? Que eu sou uma amante dos filmes, vocês já sabem e estou surpresa, porque nesse ano eu apenas assisti uns 8 filmes, apenas - que eu lembre, né. Porque esqueço de todas as coisas possíveis. E esse ano eu decidi que veria desde os mais antigos, até o mais novos, sucessos de bilheteria e indicados ao oscar... Porém até agora não fiz nada disso, e fui vendo filmes que apareciam para eu ver. Pois a vontade sumiu e o tempo também.

Os filmes que vou citar aqui, eu vi por curiosidade e porque, nesse tempo, não queria filmes tão elaborados para assistir, e sim, filmes mais simples e leves... Sabe? E então essa lista tem apenas 7 filmes, e eu vou contar - bem resumidamente - o que eu achei de cada um, se indico e se vale a pena uma resenha mais profunda.

1. Juno


Eu estava doente querendo ver esse filme e eu só achei ele na versão dublada, e eu prefiro mil vezes legendado porém, minha vontade foi maior e lá foi eu ver. Eu adorei o filme, mas não entrou para a lista dos meus favoritos. Juno, uma jovem de 16 anos acaba engravidando do 'melhor amigo', numa 'experiência' e a partir disso, ela resolve doar o filho para a adoção e até escolhe o casal, e o enredo se desenvolve por aí. E é engraçado, porque ela trata aquilo na maior simplicidade, sabendo que no final de tudo, a criança estaria salva... Ou não. Sem falar que a personalidade da Juno é única. Eu não sei definir, mas ela não é engraçada, mas os jeitos dela são legais demais de assistir. Faz uns meses que eu assisti e não sei ainda farei resenha, mas eu indico. É bem leve e cômico, sabe? É Bom de se assistir num domingo. 
Tem no Netflix. 

2. O Discurso do Rei 



Ouvi falar dele quando estava assistindo o Oscar de 2011 (Quanto tempo!) e me interessei por ele, porém nunca fui assistir. Até que a Globo transmitiu o filme (de madrugada) e eu resolvi ver... Foi amor á primeira parte. Eu fiquei, realmente, prendida ao filme pelo enredo. O Discurso do Rei conta a história de George, que acaba assumindo o cargo de rei, porém só existe um pequeno problema: ele é gago. Pode parecer uma história bem fraca, mas é comovente e você quer ver o final, e como, e se ele supera. Aliás, o rei que tem que fazer aqueles discursos e tudo mais, porém George não consegue e a gente acaba sentindo a aflição e angústia que ele passa, e é incrível. Merece ser visto, e merece resenha. 

3. Será Que?



Será Que? Eu ouvi falar muito desse filme e eu estava louca para assistir por causa do Daniel Radcliffe (aka Harry Potter, cof cof), e devo admitir que acabei me apaixonando também pela atriz principal, Zoe Kazan. Outro enredo clichê que foge do padrão: amor entre amigos, e amizade que eles tem é tão exótica e única que você acaba se apaixonando por eles. Porém, claro, o noivo de Chantry acaba sendo um empecilho entre ela e Wallace, e então eles resolvem ser apenas amigos... Porém a proximidade que eles compartilham não permite tal coisa. Gente, detalhe importante: a principal, Chantry, é ilustradora e eu fiquei apaixonada nas ilustrações que aparecem no decorrer da história. Indico sim, com toda a certeza, e a resenha vem vindo por aí. 
Tem no Netflix.

4. A Mentira - Easy A



O que eu achei mais legal e até engraçado no filme, é que as aparências enganam meeeesmo. É um filme americano, com escola de armários, time de futebol, líderes de torcida e a Olive. A principal, como em quase todo filme, não é nada notada na escola e ainda era virgem, porém ela acaba dizendo para a amiga, para reforçar a mentira que contou sobre um encontro, que havia perdido a virgindade, e aí o boato se espalha pela escola toda rapidamente. Ela acha ruim ser vista como 'vadia' porém acaba gostando da atenção que recebe. E então, ela finge ter 'dormido' com Brandon, seu amigo gay, para dar a imagem de 'macho' para ele. Porém, a escola fica sabendo que aquilo havia sido um favor, e então ela começa a dizer que dormiu com fulano, por dinheiro. E aí a história torna-se engraçada, um tanto trágica por causa do pequeno drama, e eu indico porque é engraçado. Você não morre de rir, mas é engraçado e eu gostei muito de assistir. 
Tem no Netflix.

5. Simplesmente Acontece - Love, Rosie



Já fiz resenha dele aqui e ele segue o clichê de melhores amigos apaixonados negando amor, mas foge dos padrões por causa da profundidade da amizade de Rosie e Alex e por causa dos personagens cativantes. Alex e Rosie eram melhores amigos, e tudo ia bem, até que na noite da formatura, ela vai pra cama com um cara e acaba ficando grávida dele. O cara sumiu, e Alex viaja rumo a Univerdade de Harvard, enquanto ela vê seus sonhos sendo deixados para trás por causa do bebê, até porque ela resolve abraçar seu futuro, e viver um dia de cada vez (Gabi me ajudou nessa frase!). Cativante, em alguns trechos você tem vontade de morrer porque TUDO da errado. Um horror. Mas vale a pena. Não me surpreendeu, esperava mais... Porémmm já esta na listinha de romances favoritos.
Ele já teve resenha, você pode ver clicando aqui, e eu super indico.

6. A Onda



Com o pessoal novo da sala, conheci Luana, que me contou sobre um filme chamado 'A Onda', onde um professor resolve 'criar' um sistema autocrático/governo fascista na sala de aula (eu não sei ao certo, não me julguem), para poder explicar a matéria. O movimento fictício é denominado de 'A Onda' e a 'atividade' é levada a sério, com saudações, uniformes, logotipo... E tudo começa a ser levado a sério. O movimento começa a ser algo real, e as complicações de um sistema desses aparecem, com a o oposição, rejeição de quem não adere o movimento e o 'poder' que os alunos começam a espalhar para todos. O filme é impactante e muito interessante, mesmo. Ele mostra a facilidade que a massa pode ser manipulada. Nos primeiros minutos do filme, você se sente numa aula e o filme vai te mostrando como funciona um governo fascinta, em escala maiores, claro, mas te mostra como começa tudo. No começo, um aluno diz que uma ditadura não voltaria a acontecer... Será? Super indico e merece resenha.
Tem no Netflix.

7. História Cruzadas



Faz tempo que vi (o que é contraria o título do post) mas eu tinha que falar dele. Vi na Globo também, e eu adorei assistir. Skeeter é uma branca da elite americana que quer se tornar escritora e começa a entrevistas mulheres negras que trabalham cuidando dos filhos de homens brancos ricos. Porém essas mulheres tem medo de falar qualquer barbaridade que seus patrões dizem, por causa do preconceito que existia nos anos 60. Mas mesmo assim, Skeeter Aibileen (uma empregada que resolve se juntar a causa) resolvem persistir naquilo, para mostrar a verdade que as perfeitas famílias da elite branca escondem. É um filme que se passa nos anos 60, nos EUA e o filme retrata a época onde existia esse preconceito em alta escala. Onde negros andavam no fundo do ônibus, onde eles tinham que correr para suas casas com medo do KKK pegá-los, além dos dramas pessoais que cada personagem vive. Incrível de se assistir, super indico e não tinha pensado em resenhá-lo. Quem sabe?
Tem no Netflix.

O meu pequeno projeto de ver muuuitos filmes esse ano esta em andamento... E pretendo ver muuuuitos mais, e poder encher o CDT de resenhas. E, gente, vocês viram que estreou uma nova coluna aqui no blog? O Pensando Alto, pela Gabriela.? Se você não ficou sabendo, toda terça (ou quase isso) terão textos sobre a vida aqui no blog, e devo dizer que todos são de alta qualidade. 
Espero que tenham gostado, e quais são os filmes que vocês tem visto recentemente? Gostaria de saber :).
Fiquem bem,
até logo.

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31 de mar. de 2015

Resenha - Filme: Simplesmente Acontece (Love, Rosie)


Hey! Tudo ok com vocês? E... Gente, gonguei o show da Marina! No meu último post eu joguei tanta inveja, que o vôo da menina não aconteceu. Foi mals, Diamonds. Mas Marianinha só vai vir pra cá, quando eu puder ir. Senão, não rola hahaha. O estranho é que ela estava numa balada momentos antes do “vôo” né... Enfim.

Depois de muita espera, eu pude ver Simplesmente Acontece, e devo admitir... Que filme lindo, gente. Sério. Eu sou apaixonada pela Lily Collins, tipo muito, e todo (e qualquer) filme que ela faça, eu estou assistindo. E devo dizer que ela é uma das minhas atrizes favoritas. Eu tava no youtube um dia, e tinha um trailer, do filme “Love, Rosie” – título original do filme – e foi amor a primeira vista. E eu juro, vi TODOS os trailers e partes divulgadas do filme, e estava contando os dias para “estrear” aqui no Brasil – meses depois dos EUA. E aí, estreou.

Filme: Simplesmente Acontece
Título Original: Love, Rosie ou Where Rainbows Ends
Duração: 1h42 minutos
Diretor: Christian Ditter
País: Reino Unido, Alemanha
Atores Prinpais: Lily Collins, Sam Cliffin 

Rosie e Alex são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos todas as dificuldades. Embora exista uma atração entre eles, parecem viver em negação, protegendo a amizade que tem. A faculdade entra em questão, e enquanto Alex vai para Harvard, Rosie esconde um segredo que deixa seus sonhos para trás. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos e receios, enquanto a vida é passo por um acaso atrás do outro. E com muito drama e risos, talvez o amor vença no final.



Os primeiros minutos do filme são suficientes para você querer ver ele todo. Ele começa pelo fim, e aí a vontade de saber o começo de tudo não te deixa abandonar o filme. Você, já de cara, conhece a profundidade que a amizade deles tem e também seus planos para o futuro. E o filme vai seguindo um padrão de filmes americanos, com o baile, as festas, os pares, mas tudo com um diferencial, tirando o filme daquele clichê maçante. Então, um acontecimento nada premeditado, muda tudo o que já estava definido, deixando sonhos para trás. Rosie engravida de um cara que ela não ficou mais de uma noite, e sem saber o que viria a seguir, ela decide abraçar seu futuro e viver um dia de cada vez.

Simplesmente Acontece, tem um assunto muito claro: o amor sempre te encontra no final. Porque, como diz a frase mais marcante do filme: ‘Eles eram amigos inseparáveis, sendo sempre separados.’ E o filme consiste nisso, nas idas e vindas do amor, dos acasos da vida, de um destino incerto, e do dois amigos que sempre se atraíam, não importasse o que acontecesse.



Acho eu, que o que mais me fez gostar do filme, antes mesmo de ver, foi a amizade da Rosie e do Alex. E no filme, você suspira a cada cena deles juntos. Você consegue perceber, que a amizade que eles dividem é forte e foi construída com o passar do tempo. Conseguindo ver, mesmo que eles não digam que um sempre estará ali para o outro. E acho que é isso que também atrapalha o suposto romance. Porque é aquilo, né. Se der errado, a amizade acaba, mas se der certo, é uma das melhores coisas do mundo. O filme mostra isso de uma forma não tão apelativa, nem forçada, mas de forma real e você consegue sentir a aflição dos personagens nesse dilema romântico.

Hoje em dia, é bem comum um diretor ou autor fazer da principal, uma garota totalmente desajeitada e insegura para rolar uma identificação com a pessoa que esta assistindo. E em Simplesmente Acontece, a Rosie apresenta uma adolescente normal, sem nenhuma apelação como a Bella, de Crepúsculo, por exemplo. Ela tem sonhos, um futuro planejado, um melhor amigo e uma possibilidade de amor á sua frente, até que tudo se quebra com um acidente do acaso. E foi isso que eu achei interessante, porque nos filmes de ficção fantástica/científica (que eu amo), os personagens têm sua vida alterada por um grande acontecimento, e no filme, simples detalhes, mudam o curso de toda a história, provando que nada é premeditado, e nem perfeito. Ou seja, nem nos filmes os planos que temos são seguidos do jeito que desejamos.



Vou ser sincera, o ritmo do filme não é perfeito. Se Love, Rosie for comparado á Stuck In Love (Ligados pelo Amor), dá para sentir que o filme é um tanto cansativo em alguns pontos, porque são muitas voltas que o casal dá. Muitas mesmo. Senti que o ritmo do filme foi muito rápido, e ás vezes eu me atrapalhava, pensando se anos ou dias haviam se passado, de uma cena para a outra. Mas isso não atrapalhou tanto, no ponto de eu querer desistir de assistir. O enredo é auto-suficiente, para você querer ver até o final.

A atuação é impecável (Lily Collins e Sam Claffin são incríveis), e o filme torna-se cômico, em certas partes, com as piadinhas e maneiras dos personagens. O enredo é incrível, só o ritmo do filme, que ás vezes dava uma certa cansada. Mas estilo do filme, é daqueles leves, sabe? Gostosos de assistir num domingo, com um sono batendo. De uma história leve, com fatos marcantes, mas o drama não é tão destacado.



Amor entre amigos é o clichê mais clichê de todos os tempos na história do cinema, acho eu. Porém, surpreendentemente, Simplesmente Acontece conseguiu ser diferente, de qualquer outro que eu tenha visto. Porque o drama tratado no filme, não é algo fútil, é algo que você consegue entender e sofrer com os personagens e também torcer para eles superem os problemas, no final de tudo.

Quando eu vi o trailer, eu já estava esperando que algumas coisas na vida da Rosie iriam dar errado. Mas aí eu percebi que existe alguém mais azarado na Terra, do que eu. Gente, da dó. Tem horas que você tem que dar pausa, e respirar, porque senão você morre ali mesmo. Mas, de uma forma, ou de outra, tudo sempre se encaixa. E acaba se tornando algo bom, porque sempre tem um momento que você vai ficar “MDS!”, o que é legal num filme, acaba mexendo com as emoções. O filme acaba misturando drama, comédia, reviravoltas e romance, tendo um resultado muito legal.

Você sente o drama dos personagens, consegue rir, porque há muitas cenas engraçadas e cômicas, onde o riso é inevitável. E ainda consegue sofrer junto, desejando um final feliz a cada segundo. Essa relação é muito gostosa quando se assiste um filme, e Simplesmente Acontece foi perfeito nesse quesito.

Em minha opinião, o objetivo do filme foi mostrar que o amor supera o acaso e o desencontro, sempre vencendo no final e o filme não falhou em passar tal mensagem. Porém não surpreendeu, eu esperava mais. Assistirei ele novamente, com certeza, e entrou para os meus favoritos, pelo enredo e personagens. Ainda quero muito ler o livro que originou o filme, que leva o mesmo nome, da autora irlandesa, Cecelia Ahern. Sem contar que, por causa do trailer, a música Chocolate do The 1975, esta no meu replay e eu estou apaixonada por ela. 

Eu sou viciada em trailers (isso existe) e de Simplesmente Acontece é muito bem feito, e muito amor. Assisti diversas vezes, e ele foi motivo suficiente para querer assistir o filme. Existem vários trailers, mas esse foi meu favorito: 



Enfim, se você quer um filme de romance, que tenha drama e comédia na medida certa, personagens apaixonantes e um enredo de suspirar a cada cena, Love, Rosie é o filme ideal. 
Espero que tenham gostado da resenha, e se assistiram, me contem o que acharam. Adoro quando vocês contam suas opiniões e/ou experiências.

Aaaah, o blog tem uma pequena novidade: um Tumblr! Gente, não tem jeito, eu apenas amo aquele lugar. E ele me serviu bem aqui no blog, porque, de acordo com as postagens aqui, eu atualizo lá. Por exemplo, esse post é sobre o filme Simplesmente Acontece, então o tumblr esta cheio de quotes e cenas fofas e lindas do filme, que podem ajudar a ilustrar os posts. Além de que, lá você pode ficar sabendo sobre o que será os próximos post pelas coisas que eu reblogo ou posto por lá. Então, se você tiver um tumblr, bora seguir. O nome dele é 'Essas Coisas do Tipo'  e eu me esforcei para deixar ele bonitinho haha

Fiquem bem, 
e até.


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